quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Bicicletas na Globo !

São rarissimas as bicicletas nas novelas e mini-series da Globo. A abertura de "Aline" mostra os protagonistas andando de bicicleta.

Aline Moraes tambem apareceu pedalando uma em "Viver a vida"



Se vc conhece algum personagem que utilizou regularmente bicicletas na TV, conte aqui !

Renata Falzoni não vale !

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Alanis - Minha Caloi SS-3
















Há uns dois anos atrás eu comprei uma bicicleta pra restaurar. A idéia inicial era eu mesmo "botar a mão na massa" e restaurar aos poucos. Mas como eu estava com dois empregos, sabados e domingos significavam descansar ou corrigir provas. E a Caloi SS-3 foi ficando.



Quando vi que não dava mais acalentar o sonho de restaurar "na unha", perguntei num forum sobre restauradores e a resposta foi surprendente. Na minha cidade há um dos melhores restauradores de bicicletas do país, o Sr. Clovis Biotto.


A Caloi SS-3 é um modelo de passeio, masculina feita pela Caloi, pelo que pude apurar, entre 1969 e 1971, provavelmente inspirada num modelo semelhante da Peugeot. Não foram produzidas muitas e conheço apenas mais uma sobrevivente.














A Caloi SS-3 tinha a geometria das Caloi-10, com pneus aro 27, mas as semelhanças param aí. Ela tem paralamas, bagageiro e guidão de passeio e um sistema de 3 marchas internas Sturmey Archer acionado no manete - ou punho (ao que sei é a única bicicleta da Caloi a possuir tal sistema).

A minha bicicleta foi então restaurada pelo Sr. Clovis Biotto da bicicletaria Aro de Ouro. Ela ficou na fila de espera por mais de um ano, mas valeu a pena.

A pintura é identica a original, os adesivos são replicas pintadas - Não exatamente iguais aos originais, mas de ótima qualidade. Os cromados refeitos e as marchas recalibradas.

O resultado final é uma bicicleta muito bonita, com um ar classico-retrô, mas diferente das Philips e Gorichs.














É uma otima companheira de pedal. Aguenta bem ladeiras relativamente ingremes e faz uma velocidade aceitável no plano. É mais lenta e menos rápida em subidas que a Caloi-10, mas o conforto compensa esta limitação.

Como sempre faço, minhas bicicletas são batizadas, depois de uma pedalada superior a 1 km com nome de uma cantora de Blues/Soul.

Eu tinha pensado um nome para ela, mas depois de pedala-la por 8 km e sentir sua suavidade, resolvi batizá-la de Alanis em homenagem a cantora canadense.

Alanis faz companhia agora a Bessie e Joss. Joss alias que também está em reforma.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Velo Clube de Rio Claro, Volta ao podium 70 anos depois.


Rio Claro possuí dois times de Futebol. Um deles, o RIo Claro, que leva o nome da cidade, disputou a primeira divisão do campeonato paulista em 2008 e disputará novamente em 2010.

O outro time, mais tradicional é o Velo Clube, (pronuncia-se Vélo Clube). O time do Velo Clube, que disputou a primeira divisão do campeonato paulista de 1978, tem suas camisas com as caracteristicas cores Lilas e Verde.

Acontece que o Velo clube nasceu mesmo como um clube de ciclismo (Vêlo) na decada de 1910. O Clube chegou a ter duas pistas de ciclismo - velodromo.

Muito tempo depois, o Velo voltou a ter um time de ciclismo, e o que é melhor: Um time vencedor.

São duas alegrias: Ver a historia preservada, revisitada e revivida e ver o povo da minha cidade pedalando de forma séria.

A equipe do Velo os meus sinceros Aferpntec(*)
(*) Esta palavra não tem tradução. Achei que parabens é pouco, obrigado também. Então fiz um neologismo !


Velo volta ao primeiro lugar do pódio no Downhill
Os torcedores do Velo podem comemorar uma vitória histórica para o clube, que voltou a figurar no topo do pódio no ciclismo, após mais de 70 anos (com Venâncio Baptista Chaves, o “Vebacha”). Décadas depois, o Velo foi representado por Clayton Palomares, que vestiu a camisa rubro-verde na final da 4ª etapa do “Campeonato de DH de São Roque”.
No fim de semana dos dias 10 e 11 a cidade de Mairinque, interior paulista, abrigou a etapa do campeonato regional de Downhill que acontece na região. Embora seja uma vitória modesta, em um campeonato regional, trata-se de um marco histórico para o Velo, o primeiro clube de ciclismo de Rio Claro e um dos primeiros do estado fundado em 1910 (mais informações sobre a história do Velo em matéria do Guia Rio Claro: http://www.guiarioclaro.com.br/default.htm?link=retorno_noticias&pagina=noticias&serial=140001899&idioma_site=portugues)
A Associação Esportiva Velo Clube volta a ocupar o primeiro lugar do pódio, mas não com o futebol e sim no ciclismo, especificamente, com a modalidade Downhill (DH), uma das mais radicais do Mountain Bike. A tradução da palavra Downhill (Down = descida / hill = ladeira) já explica parte da modalidade, na qual os atletas descem, em altas velocidades, ladeiras íngremes e com obstáculos naturais e artificiais, testando ao máximo a técnica dos pilotos.
Clayton desceu a trilha do Horto de Mairinque, de aproximados 1.200 metros, com o tempo de 1’35”492, o que lhe garantiu o primeiro lugar na categoria Sub-30 e o 3º melhor tempo da prova, ficando somente atrás de dois pilotos profissionais: Roberto “Pintado”, com o tempo de 1’31”060 e Guimerton, com o tempo de 1’32”410.
“Estou muito satisfeito com meu resultado. Mesmo treinando pouco ultimamente, pois não ando tendo tempo disponível, fiquei entre os Top-3 da prova. O peso da camisa do Velo com certeza me transmitiu muita confiança e determinação na competição.” – Afirmou Clayton.
Maiores informações sobre a prova pelo http://www.cbmtb.com/sp. Vídeo da pista no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=jcWF9Av7uoY&feature=related

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Se eu ganhasse na Mega-Sena !

Tocaria violão e andaria de bicicleta para sempre.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Todos são iguais perante a Lei.





Outro dia assisti um emocionante documentário a respeito de Roadsworth ou Peter Gibson (google sobre ele que vale cada bit) um dos maiores genios da arte de rua.

Este documentário me fez sentir uma crise existêncial sobre a injustiça da justiça. Como considerar justo quem considera todos iguais ?

Peter Gibson faz uma arte absolutamente genial e foi preso porque se não o fosse, outros menos talentosos emporcariam as ruas em nome de uma arte duvidosa. Como não se pode fazer uma lei que se aplica a todo mundo, exceto a poucos, Peter Gibson foi pra cadeia.

E não foi uma, foram algumas.

Mas Mr. Gibson, está livre, fazendo sua arte em lugares pagos, mas sempre fazendo sua cidade melhor. Porque todos são iguais perante a lei.

Aproveitei e tirei estas fotos de arte de rua no campus.


Some weeks ago I saw a documentary about a genius of street art, Roadsworth alias Peter Gibson (google-it about him).

After this, I took me thinking about the injustices of the justice. How we can call Justice something that say "Everybody is equal".

Mr. Peter Gibson was jailed because another people, less talents than he, can muck the city with regular or ordinary art.

So, Mr. Gibson was jailed !

But he is free to make your art and make his city better.

I found this samples of street art on the campus.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Bicicletada em Rio Claro


Rio Claro vai passar a contar com bicicletada !

É uma benção. Tomara que a idéia arraste os ciclistas de Rio Claro para se unirem em torno de um desejo comum.

Informações para quem quiser participar:

A bicicletada acontecerá na última sexta-feira do mês, a primeira será 24 de Abril, a partir das 17:00hs, saída da igreja Matriz.

Se você for e ver um carinha de Caloi-10 e uma camera Reflex, sou eu.


As fotos estarão aqui ...

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Coitada da Mulher do Corsa Verde


Estava vindo trabalhar, de carro, quando parei num semaforo. Eu estava a direita e um carro estava a minha esquerda. Quando o sinal abriu, um Corsa Verde, passou a minha direita, com duas de suas rodas sobre a calçada.

Dei uma piscada de luz para alertar (ou para desabafar mesmo). Mas a mulher que dirigia o carro, respondeu com um gesto obceno e algumas interperes vocais.

Continuei meu caminho, sem me alterar (muito). Toquei o bonde e continuei andando. Vi que a frente o carro foi costurando o transito. A luz de freio quase não se acendia e vez por outra o braço indescente saia pelo vidro.

Quando cheguei ao campus, vi que a tal mulher estava entrando também no campus.

Pensei então em contar quanto tempo eu chegaria depois dela, ainda assim, sem ter me arriscado, sem ter me estressado e sem ter agredido verbalmente ninguém.

Ela entrou, não conseguiu estacionar onde queria. Não conseguiu estacionar onde não queria. Mesmo dentro do campus, acelerou sem olhar para o retrovisor.

Achei que a dona do Corsa Verde não era digna de minha lição do dia. Deixei ela estacionar. Olhei para o rosto dela e o que senti foi pena. Pena, porque ela só pode pegar suas coisas no banco e entrar, esbaforida.

Não, não adiantou correr, queimar mais petroleo, pneu e ofender as pessoas. Ela saiu do carro depois de mim.

E do verde do seu carro, ela não pode ver esta bela arvore que fotografei próximo onde paramos nossos carros.

É uma pena, mas a mulher do Corsa Verde estava com muita pressa de fugir de pessoas como ela mesma.