sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Coitada da Mulher do Corsa Verde


Estava vindo trabalhar, de carro, quando parei num semaforo. Eu estava a direita e um carro estava a minha esquerda. Quando o sinal abriu, um Corsa Verde, passou a minha direita, com duas de suas rodas sobre a calçada.

Dei uma piscada de luz para alertar (ou para desabafar mesmo). Mas a mulher que dirigia o carro, respondeu com um gesto obceno e algumas interperes vocais.

Continuei meu caminho, sem me alterar (muito). Toquei o bonde e continuei andando. Vi que a frente o carro foi costurando o transito. A luz de freio quase não se acendia e vez por outra o braço indescente saia pelo vidro.

Quando cheguei ao campus, vi que a tal mulher estava entrando também no campus.

Pensei então em contar quanto tempo eu chegaria depois dela, ainda assim, sem ter me arriscado, sem ter me estressado e sem ter agredido verbalmente ninguém.

Ela entrou, não conseguiu estacionar onde queria. Não conseguiu estacionar onde não queria. Mesmo dentro do campus, acelerou sem olhar para o retrovisor.

Achei que a dona do Corsa Verde não era digna de minha lição do dia. Deixei ela estacionar. Olhei para o rosto dela e o que senti foi pena. Pena, porque ela só pode pegar suas coisas no banco e entrar, esbaforida.

Não, não adiantou correr, queimar mais petroleo, pneu e ofender as pessoas. Ela saiu do carro depois de mim.

E do verde do seu carro, ela não pode ver esta bela arvore que fotografei próximo onde paramos nossos carros.

É uma pena, mas a mulher do Corsa Verde estava com muita pressa de fugir de pessoas como ela mesma.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Provérbios do Trânsito Capitulo 1 Versículo 1

Porque o veiculo que está atrás de você está sempre com mais pressa que o que está na frente ?

Outra automática. A Yk-35


A primeira camera que comprei com meu próprio dinheiro foi uma Yashica YK-35, uma câmera muito simples. Tem foco fixo, não tem ajuste de quase nada, exceto da asa do filme que eu acho que nunca usei. Colocava o filme nela e saia clicando.

Mesmo assim consegui algumas fotos interessantes a ponto do técnico de revelação me parabenizar por algumas.

Mas também foi a responsável pelos maiorer fiascos fotográficos da minha vida. Em 2001 fiz uma viagem a Paris, onde fiquei 9 dias. Nesta viagem a fiel YK-35 me acompanhou. Tirei cerca de 6 rolos de filme de 36 poses naquela cidade maravilhosa.

Mas quando voltei, a decepção: Apenas algumas fotos sairam e uma porção ainda menor saiu direito. A maioria se perdeu, para sempre. Todas as fotos no Louvre não sairam. Poquissimas no D´orsay sairam.

A explicação é simples. Nestes museus o uso de Flash é limitado e uma câmera automática é praticamente inútil. Mas na época eu não sabia e foi por causa deste incidente que comecei a ler sobre o assunto fotografia e acabei entendendo meus erros.

Comprei outras cameras, mais uma automática 35 mm que contarei sua historia em breve e acabei deixando a velha YK-35 praticamente parada.

Mas ela tem suas vantagens. Tem uma óptica razoável, tem flash embutido e sua grande vantagem é que é totalmente automática. Inclusive avanço e retrocesso do filme. Então para fotos que exigem continuidade ela é mais rápida que a TRIP-31 que já contei em outro post. Mas cá pra nós, prefiro a TRIP. Outra vantagem é sua robustez. Já levou muito tranco e por não ter praticamente nada dentro, ela continua funcionando...

Desvantagens: Sem pilha, não faz nada, design muito basicao (parece mais uma saboneteira que uma câmera e o foco fixo que não ajuda a fazer fotografias mais elaboradas.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Web e outras cams !


Já falei muito das bicicletas, vou escrever um pouco sobre minhas cameras.

A primeira e que está comigo há mais tempo, é essa aí a Olympus TRIP-35. Uma câmera muito legal e muito coerente com minha filosofia de vida - Antiga, simples e dificil de usar :)

Explico: Bom, antiga, dá pra ver que ela é. Ela é de filme (clássica, analógica ou seja lá como você queira chamá-la). Esta foi adquirida pelo meu pai no final da década de 60 e ainda mantém o selo original do controle de qualidade da fábrica.

A fabrica é a Olympus, que para quem não sabe, é uma industria japonesa. O modelo mais famoso da Olympus é a PEN, que era capaz de dobrar a quantidade de fotos em um filme (você conseguia tirar 48 fotos com um filme de 24).

A série TRIP é uma câmera para viagens (daí o nome), que tira fotos até sozinha. É aquela câmera que você não precisa saber nada sobre fotos para começar a fotografar. A TRIP-35 porém é tão complicada quanto você queira.

No modo automático dá pra fotografar tranquilamente, olhou no visor (ou sem olhar mesmo, faço sempre isso) e cliclou.

Mas ela tem modos não automáticos em que você pode escolher distância do alvo e abertura 1/f. O tempo de exposição é fixo em 1/60. Dá pra usar flash, obviamente.

Mas o mais legal nesta câmera é que ela não usa pilha e tem um fotômetro que trava quando a luz não é suficiente para imprimir o filme.

Eu não sei exatamente como funciona, mas avaliando pelo tamanho da celula sensora de luz, ela deve ser uma celula fotovoltáica que se não recebe quantidade suficiente de luz, não aciona o mecanismo de abertura de diafragma.

Mesmo não sabendo como funciona, acho isso genial. Se não tiver luz, não adianta, não sai. Existe sempre a possibilidade de enganar o fotometro, dizendo que você colocou um filme quando na verdade colocou outro. Já fiz isso com resultados excelentes. Usar por exemplo filme 100 e colocar o fotometro pra filme 200 as fotos ficam historicas.

Existe o risco de saturar e isso exige intimidade com a camera pra evitar.

Eu me lembro de ter visto converters para macro para esta camera, mas como ela não é SLR (a imagem que você vê no visor não é exatamente a que será impressa), estes recursos não podem ser muito explorados.

Esta TRIP foi a primeira câmera que usei, ainda na infância, depois ela ficou perdida por anos em um armário em casa. Foi parcialmente devorada por formigas (isso mesmo formigas) que esgotaram seu óleo lubrificante. Anos depois eu a encontrei e mandei para restaurar. Ficou excelente.

Pra usar em cima da bike, é ideal. Algumas fotos saem fora de enquadramento, com cores saturadas, lembrando uma LOMO ... Acho que isso é o que gosto nesta camera.

Desvantagem: O avanço do filme manual... Isso mata sua simplicidade. A cada clique é necessário avançar o filme manualmente com um botão nada anatômico.

Encontra-se vendida as vezes por preços entre R$ 50,00 a R$ 120,00 e a restauração da minha custou exatamente isso, R$ 120,00. Mas, se você gosta de coisas simples e antigas, essa é uma ótima pedida.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Será que pedalar nú resolve? Vamos tentar?

Recebi da Renata Falzone este convite.


Porque pedalar nu? Porque é como os ciclistas se sentem disputando espaço com os veículos motorizados. Enquanto os motoristas estão protegidos de todos os lados freios ABS, Air Bags, Cintos, Barras de Proteção lateral, nós só contamos com a esperança de sermos vistos e respeitados.

Entre os que pilotam máquinas perigosas que pesam toneladas, existem também os que não conseguem enxergar a vida por detrás do pára-brisa. Mesmo com luzes, roupas coloridas, capacetes espalhafatosos, muitos insistem em ignorar o nosso direito de ir e vir.

Mas e pelados? Será que nem assim seremos vistos?

O World Naked Bike Ride acontece em diversas cidades ao redor do mundo e nesse ano, São Paulo também terá a sua versão. Você ciclista que também se sente nu no trânsito de São Paulo, compareça na Praça do Ciclista e faça parte da Massa Crítica.

Não é obrigatório ficar nu, o lema é “O quão nu você ousar”. Não quer tirar a roupa? Pode pedalar também, faça parte da Massa Crítica e divirta-se como todos que lá estarão.

Em caso de chuva, o evento está automaticamente CONFIRMADO, pois até na chuva andar de bicicleta é mais gostoso.

.::. World Naked Bike Ride 2008 .::.São Paulo.::.
:. sábado (14/06)
:. concentração lúdico-educativa: 12h00 para a pintura dos corpos e preparação das alegorias. Traga pincéis atômicos, tintas não tóxicas, pinturas de palhaço, faixas, seja criativo.
:. pedal pela Cidade humanizar o trânsito: 14h00
:. Praça do Ciclista: av. Paulista, alt. do 2440 (mapa)

.::. dicas e referências .::.
:. Site Oficial do WNBR (http://www.worldnakedbikeride.org/)
:. Mais informações: (http://tinyurl.com/6569su)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Que capacete da hora tio !

Confesso que usar capacete pra pedalar, pra mim, é um tanto constrangedor. Eu sei de todos os motivos lógicos que me levam a incentivar o uso de capacetes por ciclistas, mas confesso também que aquele negócio na minha cabeça me constrange.

Na adolescência meu apelido era capacete, por causa do meu corte de cabelo, a lá taba indigena e isso deve ter me traumatizado.

Mesmo assim, comprei um capacete e pedalei um bom tempo com ele. Apesar de algumas piadinhas de pessoas mais proximas e alguns desconhecidos pela rua.

Nunca, nesta época, vi outro ciclista de capacete pela cidade, exceto os profissionais indo treinar.

Um dado momento fui deixando o capacete de lado e acabei não usando mais.

Já que estou no confessionário, vale confessar que este capacete era mesmo bem feinho. Mas capacete não é pra ser bonito, é pra proteger.

Bom, eu via os garotos andando de bike com boné e ficava pensando que eles não se importavam com o fato de ter uma coisa na cabeça que só eles acham bonito e que ainda por cima não protege nada.

Outro dia fui comprar umas peças na bicicletaria e resolvi comprar outro capacete. Este muito mais bonito que o primeiro. Paguei a conta, deixei meu orgulho de lado e passei a usar o capacete com mais frequencia - Luvas eu sempre uso, mas esta é outra história.

Hoje ao sair para pedalar, passei por um grupo de alunos do ensino fundamental que visitavam o campus e para minha alegria um deles me apontou e disse - "CAPACETE DA HORA, TIO !".

Foi a redenção. Acho que consegui colocar o capacete em uma cabecinha que vai levar isso para o futuro.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Regras do Ciclista - Como escolher seu caminho.

Bom, não é sempre que dá, não é todos que podem, mas sempre que você puder ou der pra escolher entre um caminho e outro, opte pelo mais seguro.

Não é muito fácil tomar esta decisão porque o caminho mais seguro, muitas vezes é o mais longo e também não é nada fácil decidir o que é um caminho seguro, mas vamos a algumas dicas de quem já pedalou (e ainda pedala) muito e com poucas cicatrizes pelo corpo.

Bom, primeiro é bom ter em mente que nem sempre tranquilo quer dizer seguro e nem sempre seguro quer dizer tranquilo. Uma via no meio de um engarrafamento pode ser muito mais segura que uma rua deserta.

Alias ruas desertas são perigosissimas. Motoristas e motoqueiros acham que ruas desertas são eternamente desertas e por isso abusam e muito das leis de trânsito e da fisica. Um amigo meu, que tinha mais de cincoenta anos de pedal sem nenhum problema foi colhido por um motoqueiro numa rua praticamente deserta. O motoqueiro achou que a rua estava deserta e resolveu empinar e pegou este senhor ! A colisão foi fatal.

Cruzamentos são fatais aos ciclistas. Aquilo escrito PARE é lido por motoristas como "Reduza a velocidade se não estiver com pressa, de uma olhadinha e acelere. Caso o veiculo que estiver vindo na perpendicular tiver potencia igual ou inferior a do seu carro continue acelerando. Pare apenas se o veiculo na preferêncial for muito maior, muito mais potente ou muito mais caro que o seu !".

Estou exagerando ? Outro dia fiquei esperando minha esposa, proximo a uma esquina e contei em cerca de 20 minutos, apenas 2 carros realmente parando para olhar e não olhando pra parar.

Como bicicleta é um bixo virtualmente invisivel é muito perigoso levar um carro pra passear na garupa.

Então, muito cuidado em cruzamentos. Mesmo que a preferencial seja sua. Esse negócio de reclamar não adianta muito com o braço quebrado ou coisa pior.

Eu uso uma regrinha para escolher meus cruzamentos "favoritos" para me arrepiar. Como posso fazer praticamente os mesmos trajetos sempre, observo se aparecem restos de setas ou farois pelo chão. Se aparecem significam que são cruzamentos onde o Pare não é respeitado.

O fenomenos de massa explicam porque alguns cruzamentos são preferidos para estas infrações.

Esquinas com casas recuadas da guia são otimas, você consegue ver mais longe o que está acontecendo. Vitrines envidraçadas também ajudam. Espelhos de carros também, mas essa febre de vidros escuros atrapalham.

Outra coisa que deve ser alarme são dispersões aos motoristas. Telas fluorescentes, Outdoors com moças semi-nuas (ou rapazes), carros diferentes, acidentes e outros fenomenos podem desviar a atenção do motorista do ciclista (que lembre-se, em geral é invisivel).

Não vamos falar de celular, pelo menos por enquanto.

Hoje eu vinha vindo e uma equipe do departamento de aguas interditou uma rua para efetuar manutenção. Alguns motoristas se sentiram no direito de ir pela contramão.

Isso é muito comum e é um alarme. Se vc ver alguma rua interditada, redobre sua atenção pois a lei de excessão pode estar instalada nos arredores.

Outra coisa que eu procuro para meus caminhos é sombra de árvores e ruas onde posso, numa emergência levar a bicicleta no braço. Procuro também conhecer as bicicletarias próximas, telefones públicos e outras coisas que podem ser uteis em caso de aperto.

E em geral no aperto você não pensa e é bom ter isso já na veia.

Também eu tenho algumas rotas "de fuga", para o caso do meu caminho preferido estar obstruido, ou eu com vontade de variar.

E se para fazer seu caminho ideal você vai ter de pedalar mais, não se preocupe. Você está ajudando o planeta, queimando calorias a mais e ainda por cima variando a paisagem.

Aproveite para ver aquele grafite na parede, aquela casa antiga, aquele gato na garagem que se você estivesse de carro, não veria.

E a proposito: Não tenha medo de subidas. Treine para superá-las para que elas façam parte de seu caminho com naturalidade.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Meu mecanico preferido se vai...

Uma nota no jornal me deixou triste hoje de manhã:

Roberto Moga
Data de Falecimento: Terça, 11 de Março de 2008
Idade: 84 anos
Cidade/Estado: Rio Claro/SP

Sr. Roberto Moga foi mecanico de minhas bicicletas quando as utilizava diariamente. Tinha uma mão pra acertar minha Monark-10 e uma atenção com minhas bicicletas que me fizeram ter total confiança em seus serviços.

Seus preços também eram mais simbólicos que reais. Cobrava as vezes R$ 1,00 por uma semana de ajustes.

Há uns dez ou quinze anos ele teve algum problema de visão e fechou a oficina, que ficava no quintal da casa dele. Nunca mais o vi, as vezes via seu carro (um belissimo fusca 1500 todo original) parado em frente sua casa.

Se existem bicicletas no ceu, agora eles tem um bom mecanico por lá.

Descanse em paz, senhor Moga.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A diferença entre ensinar e educar (ou pode ir).

Outro dia fui fazer um pedal bem curto, um kilometro e meio, entre o meu serviço e a casa dos meus pais. É um bairro residencial e muito tranqüilo, em geral. Aproveitei que o trajeto era curto para dar uma pedalada mais forte.
Por ser um bairro tão tranqüilo, as ruas são usadas por muitas auto-escolas para ensinar seus candidatos à motoristas a conduzir um veículo automotor em um ambiente, digamos, tranqüilo. Vale lembrar que muitos pais responsáveis ensinam seus filhos adolescentes e menores de idade a conduzir veículos nestas mesmas ruas, além destes devotados pais, namorados e outros contraventores bem intencionados fazem uso de tais pacatas vias para ensinar seus pares.
Pois bem. Vinha eu numa preferencial e um veículo de auto-escola na perpendicular. O aluno que, por ser aluno, era bastante cuidadoso, pra não dizer medroso, parou no seu pare ainda que muito, mas muito prematuramente – Respeitou o sinal, provavelmente pela última vez na sua, oxalá, longa vida de motorista.
O aluno então esperou a minha bicicleta se aproximar e olhou com uma dúvida imensa para seu instrutor. Quando eu estava a poucos metros do carro, o instrutor deu a ordem – Pode ir. E ele foi.
Foi tão vagarosamente que eu me desviei de pronto. Ajudado pelos freios da minha bicicleta, reduzi, contornei o carro e segui meu caminho, enquanto o aluno olhava tudo ainda com muito medo.
Fiquei pensando então na oportunidade que aquele instrutor perdeu de, ao invés de ensinar ao seu aspirante a ter um comportamento civilizado e ético, optou por ensiná-lo a pressionar um pedal chamado acelerador enquanto controlava outro chamado embreagem.
Este instrutor deve ter chegado a sua casa se sentindo realizado pelo dever cumprido de ter ensinado seu apavorado aluno a ser um contraventor confiante.
Acho que este é o ponto. Talvez as pessoas estejam interessadas em ensinar e não em educar, assim como os alunos querem aprender e não saber. Tem alguma coisa perdida ai no meio que não faz muito sentido, mas faz muita falta.
Imagine este mesmo aluno daqui anos, trocando as marchas, acelerando e embreando um carro sem se preocupar que o pare é seu e a preferencial é alheia?
Assim como ninguém se importa muito com os professores de ensino fundamental, acho que ninguém se importa na formação de instrutores de auto-escola. Será que eles sabem realmente ensinar e educar futuros motoristas? Será que eles sabem realmente se comportar numa via pública?
Você conhece algum aluno de auto-escola que tenha sofrido algum acidente grave enquanto aprendia? (usando veiculo oficial e aprendendo com ele. Quem já foi pra auto-escola sabendo não vale). Acidentes será que são causados pela falta de experiência ou pelo excesso de confiança?
Provoquei. Pense. Atue!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Acidente com Bicicleta !

Este acidente aconteceu numa area que eu costumo pedalar. Segue a noticia:

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Fonte: Canal Rio Claro:

Segunda, 28 de Janeiro de 2008 às 19:27

Ciclista é atingido na garganta por linha de cerol no Jardim Portugal





No início da noite do último sábado, dia 26 de janeiro, o pedreiro Argemiro Góes de 44 anos, transitava com sua bicicleta pela rua 05 com avenida 52, no bairro Jardim Portugal, em Rio Claro quando foi atingido na região do pescoço por uma linha de pipa com cerol. A vítima foi socorrida até o Pronto Socorro do Jardim Chervezon, onde foi medicado e em seguida liberado. A Polícia Militar foi acionada e o pedreiro relatou aos policiais que uma criança brincava com a pipa onde a linha poderia conter o material cortante. No entanto, a criança e nem os responsáveis foram localizados pelas autoridades policiais. O caso foi apresentado no Plantão Policial da Avenida da Saudade e registrado como lesão corporal culposa. Esse é o segundo caso registrado nos últimos dias envolvendo acidentes com linhas de cerol.