sexta-feira, 18 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Todos são iguais perante a Lei.

Outro dia assisti um emocionante documentário a respeito de Roadsworth ou Peter Gibson (google sobre ele que vale cada bit) um dos maiores genios da arte de rua.
Este documentário me fez sentir uma crise existêncial sobre a injustiça da justiça. Como considerar justo quem considera todos iguais ?
Peter Gibson faz uma arte absolutamente genial e foi preso porque se não o fosse, outros menos talentosos emporcariam as ruas em nome de uma arte duvidosa. Como não se
pode fazer uma lei que se aplica a todo mundo, exceto a poucos, Peter Gibson foi pra cadeia.E não foi uma, foram algumas.
Mas Mr. Gibson, está livre, fazendo sua arte em lugares pagos, mas sempre fazendo sua cidade melhor. Porque todos são iguais perante a lei.
Aproveitei e tirei estas fotos de arte de rua no campus.
Some weeks ago I saw a documentary about a genius of street art, Roadsworth alias Peter Gibson (google-it about him).
After this, I took me thinking about the injustices of the justice. How we can call Justice something that say "Everybody is equal".
Mr. Peter Gibson was jailed because another people, less talents than he, can muck the city with regular or ordinary art.
So, Mr. Gibson was jailed !
But he is free to make your art and make his city better.
I found this samples of street art on the campus.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Bicicletada em Rio Claro

Rio Claro vai passar a contar com bicicletada !
É uma benção. Tomara que a idéia arraste os ciclistas de Rio Claro para se unirem em torno de um desejo comum.
Informações para quem quiser participar:
A bicicletada acontecerá na última sexta-feira do mês, a primeira será 24 de Abril, a partir das 17:00hs, saída da igreja Matriz.
Se você for e ver um carinha de Caloi-10 e uma camera Reflex, sou eu.
As fotos estarão aqui ...
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Coitada da Mulher do Corsa Verde

Estava vindo trabalhar, de carro, quando parei num semaforo. Eu estava a direita e um carro estava a minha esquerda. Quando o sinal abriu, um Corsa Verde, passou a minha direita, com duas de suas rodas sobre a calçada.
Dei uma piscada de luz para alertar (ou para desabafar mesmo). Mas a mulher que dirigia o carro, respondeu com um gesto obceno e algumas interperes vocais.
Continuei meu caminho, sem me alterar (muito). Toquei o bonde e continuei andando. Vi que a frente o carro foi costurando o transito. A luz de freio quase não se acendia e vez por outra o braço indescente saia pelo vidro.
Quando cheguei ao campus, vi que a tal mulher estava entrando também no campus.
Pensei então em contar quanto tempo eu chegaria depois dela, ainda assim, sem ter me arriscado, sem ter me estressado e sem ter agredido verbalmente ninguém.
Ela entrou, não conseguiu estacionar onde queria. Não conseguiu estacionar onde não queria. Mesmo dentro do campus, acelerou sem olhar para o retrovisor.
Achei que a dona do Corsa Verde não era digna de minha lição do dia. Deixei ela estacionar. Olhei para o rosto dela e o que senti foi pena. Pena, porque ela só pode pegar suas coisas no banco e entrar, esbaforida.
Não, não adiantou correr, queimar mais petroleo, pneu e ofender as pessoas. Ela saiu do carro depois de mim.
E do verde do seu carro, ela não pode ver esta bela arvore que fotografei próximo onde paramos nossos carros.
É uma pena, mas a mulher do Corsa Verde estava com muita pressa de fugir de pessoas como ela mesma.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Provérbios do Trânsito Capitulo 1 Versículo 1
Porque o veiculo que está atrás de você está sempre com mais pressa que o que está na frente ?
Outra automática. A Yk-35

A primeira camera que comprei com meu próprio dinheiro foi uma Yashica YK-35, uma câmera muito simples. Tem foco fixo, não tem ajuste de quase nada, exceto da asa do filme que eu acho que nunca usei. Colocava o filme nela e saia clicando.
Mesmo assim consegui algumas fotos interessantes a ponto do técnico de revelação me parabenizar por algumas.
Mas também foi a responsável pelos maiorer fiascos fotográficos da minha vida. Em 2001 fiz uma viagem a Paris, onde fiquei 9 dias. Nesta viagem a fiel YK-35 me acompanhou. Tirei cerca de 6 rolos de filme de 36 poses naquela cidade maravilhosa.
Mas quando voltei, a decepção: Apenas algumas fotos sairam e uma porção ainda menor saiu direito. A maioria se perdeu, para sempre. Todas as fotos no Louvre não sairam. Poquissimas no D´orsay sairam.
A explicação é simples. Nestes museus o uso de Flash é limitado e uma câmera automática é praticamente inútil. Mas na época eu não sabia e foi por causa deste incidente que comecei a ler sobre o assunto fotografia e acabei entendendo meus erros.
Comprei outras cameras, mais uma automática 35 mm que contarei sua historia em breve e acabei deixando a velha YK-35 praticamente parada.
Mas ela tem suas vantagens. Tem uma óptica razoável, tem flash embutido e sua grande vantagem é que é totalmente automática. Inclusive avanço e retrocesso do filme. Então para fotos que exigem continuidade ela é mais rápida que a TRIP-31 que já contei em outro post. Mas cá pra nós, prefiro a TRIP. Outra vantagem é sua robustez. Já levou muito tranco e por não ter praticamente nada dentro, ela continua funcionando...
Desvantagens: Sem pilha, não faz nada, design muito basicao (parece mais uma saboneteira que uma câmera e o foco fixo que não ajuda a fazer fotografias mais elaboradas.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Web e outras cams !

Já falei muito das bicicletas, vou escrever um pouco sobre minhas cameras.
A primeira e que está comigo há mais tempo, é essa aí a Olympus TRIP-35. Uma câmera muito legal e muito coerente com minha filosofia de vida - Antiga, simples e dificil de usar :)
Explico: Bom, antiga, dá pra ver que ela é. Ela é de filme (clássica, analógica ou seja lá como você queira chamá-la). Esta foi adquirida pelo meu pai no final da década de 60 e ainda mantém o selo original do controle de qualidade da fábrica.
A fabrica é a Olympus, que para quem não sabe, é uma industria japonesa. O modelo mais famoso da Olympus é a PEN, que era capaz de dobrar a quantidade de fotos em um filme (você conseguia tirar 48 fotos com um filme de 24).
A série TRIP é uma câmera para viagens (daí o nome), que tira fotos até sozinha. É aquela câmera que você não precisa saber nada sobre fotos para começar a fotografar. A TRIP-35 porém é tão complicada quanto você queira.
No modo automático dá pra fotografar tranquilamente, olhou no visor (ou sem olhar mesmo, faço sempre isso) e cliclou.
Mas ela tem modos não automáticos em que você pode escolher distância do alvo e abertura 1/f. O tempo de exposição é fixo em 1/60. Dá pra usar flash, obviamente.
Mas o mais legal nesta câmera é que ela não usa pilha e tem um fotômetro que trava quando a luz não é suficiente para imprimir o filme.
Eu não sei exatamente como funciona, mas avaliando pelo tamanho da celula sensora de luz, ela deve ser uma celula fotovoltáica que se não recebe quantidade suficiente de luz, não aciona o mecanismo de abertura de diafragma.
Mesmo não sabendo como funciona, acho isso genial. Se não tiver luz, não adianta, não sai. Existe sempre a possibilidade de enganar o fotometro, dizendo que você colocou um filme quando na verdade colocou outro. Já fiz isso com resultados excelentes. Usar por exemplo filme 100 e colocar o fotometro pra filme 200 as fotos ficam historicas.
Existe o risco de saturar e isso exige intimidade com a camera pra evitar.
Eu me lembro de ter visto converters para macro para esta camera, mas como ela não é SLR (a imagem que você vê no visor não é exatamente a que será impressa), estes recursos não podem ser muito explorados.
Esta TRIP foi a primeira câmera que usei, ainda na infância, depois ela ficou perdida por anos em um armário em casa. Foi parcialmente devorada por formigas (isso mesmo formigas) que esgotaram seu óleo lubrificante. Anos depois eu a encontrei e mandei para restaurar. Ficou excelente.
Pra usar em cima da bike, é ideal. Algumas fotos saem fora de enquadramento, com cores saturadas, lembrando uma LOMO ... Acho que isso é o que gosto nesta camera.
Desvantagem: O avanço do filme manual... Isso mata sua simplicidade. A cada clique é necessário avançar o filme manualmente com um botão nada anatômico.
Encontra-se vendida as vezes por preços entre R$ 50,00 a R$ 120,00 e a restauração da minha custou exatamente isso, R$ 120,00. Mas, se você gosta de coisas simples e antigas, essa é uma ótima pedida.
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